terça-feira, 21 de maio de 2013

Síndromes familiais de predisposição ao câncer

Síndromes familiais (ou hereditárias) de predisposição ao câncer


Muitas famílias possuem vários membros que desenvolvem câncer de órgãos específicos e em idade precoce. Este fato (i. e. agregação familial de determinados tipos de câncer de início precoce) pode ser decorrente de síndromes familiais de predisposição ao câncer, que são doenças genéticas que aumentam a chance dos indivíduos afetados desenvolver câncer ao longo da vida.

Existem várias síndromes familiais neste contexto, como as síndromes Li-Fraumeni, Lynch, Cowden, ataxia-telangiectasia, Bloom, Costello, Fanconi, melanoma hereditário, neoplasia endócrina múltipla, neurofibromatose, Peutz-Jeghers, polipose adenomatosa familial, Lynch, retinoblastoma hereditário, Rothmund-Thomson, esclerose tuberosa, von Hippel-Lindau, Werner, xeroderma pigmentosum, tumor de Wilms hereditário e câncer de mama hereditário relacionado aos genes da família BRCA.

Nas últimas semanas, ganhou grande destaque da mídia nacional e internacional o fato da atriz Angelina Jolie afirmar, publicamente, ser portadora de alteração genética no gene BRCA1 e que optara por realizar a retirada da mama (mastectomia) como medida preventiva (vale lembrar que Angelina não desenvolveu o câncer de mama) frente ao grande risco futuro de desenvolver câncer de mama.

E você, o que faria frente à situação enfrentada por Angelina Jolie? O câncer de mama hereditário será o assunto de nossa próxima postagem.

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